Afinal, o que são os ímãs?

Um ímã é qualquer objeto que provoca um campo magnético à sua volta. Eles podem ser naturais ou artificiais, permanentes ou temporais.

  • Um ímã natural provém de um mineral com propriedades magnéticas, como a Magnetita, que é um óxido de Ferro (Fe3O4).
  • Já um ímã artificial, é um corpo de material ferromagnético que é submetido à um intenso campo magnético; que por fricção com um ímã natural ou pela ação de correntes elétricas (eletromagnetismo) adquire propriedades magnéticas.
  • Um ímã permanente é feito de aço magnetizado (ferro com alto teor de carbono), a fim de manter permanentemente seu poder magnético. Também é utilizado Alnico ou Ferrite em alguns casos. No entanto, uma forte descarga elétrica, um impacto de grande magnitude, ou uma aplicação de uma elevada quantidade de calor podem causar perda de força magnética do ímã.
  • Um ímã temporal é temporariamente magnetizado por uma fonte de ondas eletromagnéticas. Quando a emissão dessas ondas cessa o ímã temporal deixa de possuir seu campo magnético. Esses ímãs são feitos com matérias paramagnéticas (normalmente ferro com baixo teor de carbono) por isso quando o campo magnético é removido o movimento Browniano rompe o alinhamento magnético do ímã temporal.

CAMPO MAGNÉTICO – LINHAS DE FORÇA

O espaço ao redor do ímã, em que existe atuação das forças magnéticas, é chamado de campo magnético. Os efeitos de atração ou repulsão entre dois ímãs, ou de atração de um ímã sobre os materiais ferrosos, devem-se à existência desse campo magnético.

Como artifício para estudar esse campo magnético, admite-se a existência de linhas de força magnéticas ao redor do ímã. Essas linhas são invisíveis, mas podem ser visualizadas com o auxílio de um recurso. Colocando-se por exemplo um ímã sob uma lâmina de vidro, e espalhando limalha de ferro sobre essa lâmina, as limalhas se orientam conforme as linhas de força magnética.

O formato característico das limalhas sobre o vidro, denominado de espectro magnético, é representado na ilustração.

Essa experiência mostra também a maior concentração de limalhas na região dos polos do ímã. Isso é devido à maior intensidade de magnetismo nas regiões polares, pois aí se concentram as linhas de forças.

 

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